Especial abstinência - Novo Nascer -

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Especial abstinência

Postado em 11 de agosto de 2020

40% a 60% dos pacientes têm recaídas
durante o período de abstinência.
Como evitar isso?

Como explicamos na primeira matéria da série especial sobre abstinência, ela, por si só, não vai definir a recuperação como um todo. Para que haja uma regeneração sólida, que tenha um efeito importante e significativo no processo dos dependentes, é necessário acontecer uma mudança de comportamento. Dados mostram que quando isso não é feito, cerca de 40% a 60% dos pacientes têm recaídas.

“Um indivíduo que antes vivia uma vida desregulada e em função de substâncias – ou outra dependência – centrado naquilo, precisa desenvolver comportamentos de transformação”, explica o psicólogo e diretor de assistência psicossocial da Clínica Hospitalar Novo Nascer, Marcondes Pereira.

Com esse movimento de ressignificação, o dependente terá que refazer comportamentos que estavam adoecidos, trabalhar a relação familiar destruída anteriormente, tentar se interessar por outras atividades que deem prazer. Entre elas, atividades naturais, como se conectar com a natureza, fazer esportes, encontrar algo espiritual que se identifique, conviver mais naturalmente com a família. A mudança de comportamento em todas essas áreas vai promover ao sujeito grandes frutos.

“Se ficar apenas sem usar as drogas e não mudar todos hábitos existe um grande risco de sofrer recaídas. Então, o individuo precisa entrar em um processo de abstinência, passar por essas transformações citadas anteriormente, estar aberto para tudo que virá com elas sem esquecer, jamais, de ter um bom relacionamento com os terapeutas e seguir suas orientações.” Marcondes Pereira

 

Fonte:

Marcondes Pereira, psicólogo e diretor de assistência psicossocial da Clínica Hospitalar Novo Nascer

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